janeiro
31

O grande videogame sem opção de replay

Posted In: Bruno by Bruno Godoi

A vida é com certeza um grande videogame, mas sem a opção de salvar jogo para depois voltar casso as coisas não saiam da maneira que imaginamos. E temos que pensar muito em cada ação, que pode mudar completamente nosso destino em poucos segundos.

Se eu tivesse essa opção de voltar atrás acredito que mudaria algumas coisas, principalmente para não magoar a pessoas que nunca deveriam ter sido magoadas por mim. Pessoas que me tinham do lado esquerdo do peito e que após ações erradas minhas, acabam por se afastar e quando retornam nunca mais serão as mesmas.

A forma racional como aprendi a viver, escondendo emoções, e passando por cima da minha dor acaba por me fazer vez ou outra um ser tão irracional que nada diferente da morte deveria ser minha sina. E sempre fui muito racional com minhas palavras, e sei o quanto acabo por machucar as pessoas, e meu coração morre a cada ação dessa.

Nunca soube mentir, pelo simples fato de não conseguir viver um segundo sem pensar na mentira, e em como ela pode interferir em tudo. Cada momento que passo com uma mentira sobre minhas costas é tão doloroso quanto carregar o peso descomunal sobre as pernas já cedendo sem forças.

Hoje o corpo doi, o estomago parece querer correr do meu corpo, os dedos pesados sobre os teclados, e tudo tão distante, todas as alegrias reprimidas pela dor. Dor que eu mesmo causei, sem pensar, agindo de forma irracional. O coração moido, imaginando o pior, e ao mesmo tempo aliviado, por saber que ao menos fui digno de dizer a verdade, e tentar dessa forma consertar algo terrivelmente destruido. O dia de amanhã não sei como será, mas a dor não parece ser passageira.

A todos que já tiveram um erro meu, perdão.

dezembro
21

7, Um número de perfeição!

Posted In: Bruno, Carol by Bruno Godoi

Escrever sobre algo que se ama muito é sempre muito complicado, e escrever sobre algo que modificou totalmente sua vida para melhor é ainda mais complicado, podemos cair em mesmisses e em devaneios mil, já que o coração fala muito mais alto nessas horas.

A 7 meses eu voltava a estar perto de uma pessoa, que antes via durante sabados, todos praticamente dentro de um ano. A verdade que ela estava lá por um contrato, e eu como contratado para ensinar informática. Mas estavamos lá.

Ela cresceu, eu envelheci, a vida me levou de volta para Fartura, mas um convite dela me fez voltar a estar em Piraju. E ai durante uma dança aconteceu talvez o mais improvavel, os corações se ligaram, ao meio do primeiro beijo nosso.

E tanto já vivemos juntos, aventuras, emoções, momentos inesqueciveis, bailes, e até brigas. Tudo vem para moldar um relacionamento que se fortalece a cada dia, e torna cada dia nosso especial, incrivel, único.

Dizer que te amo Carol, é apenas redundância, afinal você sabe disso, e vê o brilho que existe em meus olhos ao estar contigo. Ter você é com certeza o momento mais incrivel que já tive em minha vida. Obrigado pelos 7 meses mais incriveis da vida de Bruno Leonardo Valerio de Godoi.

Mesmo sendo redundância, nada mais simples do que demostrar meu amor contigo, em uma foto que marca em minha pela o nosso amor. TE AMO CAROL.

dezembro
6

Distância é apenas motivo de Saudades

Posted In: Bruno, Nathalia by Bruno Godoi

Em horas de despedidas lembro-me sempre de uma passagem bíblica que diz: “Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão” (Provérbios 17:17), e sendo um verdadeiro cigano, que sempre deixou para trás a vida de maneira silenciosa, ver agora uma amiga, mesmo que de pouco tempo, ir embora é algo demasiadamente triste.

A passagem de próverbios sempre me faz lembrar que amigo é aquele irmão que a vida nos deu por meios diferentes ao comum, um irmão quase que gemêos, que dança quando dançamos, e chora quando choramos. E mais do que isso, olha em nossos olhos e diz quando estamos errados, da a cara a tapa quando quer bancar algo para te ajudar, mata e morre por uma amizade.

Saber que uma grande distância irá se fazer entre amigos é sempre uma dor dilacerante, mas a distância numa verdadeira amizade é apenas motivo para dizermos que temos saudades, e que nos próximo verão, iremos nos ver, ou vindo a minha ou indo a sua cidade.

Lembre-se a cada dia que o que ficou para trás, por mais distante que esteja, é a marca e o molde do seu carater, e que a cada dia que viveu, moldou sua personalidade, e que agora não tem mais como se livrar da sua vida, pois agora fazemos parte do seu DNA, assim como você faz parte do nosso.

De Niver Nathalia (09-08-2008)
dezembro
3

Como estar apaixonado pela primeira vez

Posted In: Bruno by Bruno Godoi
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novembro
30

Momento Natalino

Posted In: Bruno by Bruno Godoi
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novembro
28

Saudades Piriá Ligeira

Posted In: Bruno by Bruno Godoi

Perder é sempre algo muito complicado, mesmo que seja algo que a pouco esta em nossas vidas. A dor que surge depois que se perde algo é sempre daquelas dilacerantes, que nos fazem sofrer e ficar meio sem rumo.

um certo dia no ano de 1999 a Piriá foi escolhida a dedo entre os irmãozinhos dela da ninhada. Ganhou o nome adaptado das formiguinhas do Smilingudo, já que Piriá entres os pequenos insetos era macho, mas a adaptação pegou e ela veio para acompanhar a então já adulta Nevenka (o meu pastor alemão que já se foi a mais de um ano).

Cativou a todos, que riam de suas brincadeiras com a Nevenka, da maneira que ela conseguia seguir minha mãe pulando muros que até gatos tinham certa dificuldade. Riamos quando ela ficava sobre duas patas para alcançar algo que ofereciamos, apelidamos de Suricate, em alusão ao Timão, da dupla Timão e Pumba dos desenhos da Disney.

Foram anos do nosso lado, brincando, correndo atrás de gatos, dormindo sobre nossos travesseiros e debaixo das cobertas junto com minha mãe.

Mas a natureza aprontou das suas, e nossa pequena cachorrinha, que nunca teve filhotes, acabou por ganhar (termo horrível) um câncer, que aos poucos cresceu, e a dois dias levou sua vida.

Duas últimas semanas sofridas para nosso pequeno bixinho, sofridas não apenas para ela, com a dor que sentia, com problemas no estomago, e nosso sofrimento, de não poder fazer nada. A dor de ver ela sempre deitada, sem forças nem para subir na cama, algo tão corriqueiro na vida do nosso pernudo cachorrinho.

A morte veio, silenciando seus latidos. Silenciando também a nós, que tanto convivemos com ela. Das alegrias e broncas que tivemos com ela. E sinceramente, como sinto falta dela latindo quando estou chegando, latindo pela janela, como sempre fazia ao ver alguém na rua. Como faz falta os “olhos tristes e suplicantes” quando estavamos comendo e ela também queria uma parte do alimento.

Vai deixar muita saudade Piriá.

Piriá Ligeira

Piriá Ligeira

novembro
21

Especial para Nerds

Posted In: Bruno by Bruno Godoi
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